No pensar, sentir, amar...
Tem levado a ruína...
Os mais nobres ideais...
De humanidades inteiras...
Que adoecem...
Padecem perdidas...
Que clamam justiça...
Alucinadas, desiludidas,
Confusas, descrentes...
Suplicando misericórdia!
Como erva daninha...
Brotada no milharal...
Das mais puras emoções...
Fornicação!...
Tua maldade impiedosa,
Atinge o extremo...
Do mais extremo...
De todas as dores!
A estranheza é evidente...
Nas relações de toda ordem...
Para além dos confins...
Distancia os pares...
O reconhecimento singular,
Do mim mesmo, no outro...
Instaura-se a solidão!
Cenários de ingratidão!
Governados por decrépitos...
Velhacos do intelecto...
Que fragmenta, individualiza...
Faz mecânico...
Tudo e toda a gente...
Na hipnose coletiva...
De cumplicidade mundial!
Retira-se o Ser...
Deste concerto macabro...
Aonde faz morada...
A astúcia de forças egóicas,
Casas vazias do Fogo Vital!
De poder e tenebroso valor...
Pois, caminham sonâmbulas...
No sinuoso labirinto da mente...
Na sarjeta de apodrecidas emoções!
Personalidades em desalinho...
Ante a direção do Real!...
Vida!...
Mundos, planetas, universos...
Agonizam pelo desamor...
Falta do Perdão, da Compaixão...
Da Magia, da Fé!...
Em desesperado desencanto!
Desfalece inocente...
Desperta, Sol Latente!
Nas almas sensíveis à Luz!
Faz desta jerarquia a fortaleza!
Para que a Paz restabeleça...
Não tarde mais...
Destrona e põe fim...
A prostituta dos tempos...
Eternamente adormecida na escuridão...
Da mais cruel e perversa ilusão!!!
Maria Alice Pinto
Tarde de 27/06/2009
domingo, 28 de junho de 2009
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